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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Comer, rezar, amar


O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.


Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. 
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. "Comer, Rezar, Amar" é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica. 
Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente. 
Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor. 
Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, "Comer, Rezar, Amar" originou o roteiro do filme homônimo.


O livro é narrado em primeira pessoa, e a personagem principal é a própria autora. Ela conta as dificuldades que encontrou no divórcio, as idas e vindas da paixão pós casamento com um cara mais novo e o triste estado de espírito que ela se encontrava. Devido a tais circunstancias, Elizabeth planeja uma viagem com duração de um ano e com três destinos diferentes: Itália, Índia e Indonésia.
Eu adorei a primeira parte do livro. Tenho muita vontade de conhecer a Itália, e quanto mais eu lia, mais eu queria pegar um avião e ir comer uma pizza em Nápoles. Sério, nunca fiquei com tanta vontade de comer uma pizza em especial. Haha. Essa parte do livro é tranquila, Liz está se recuperando, e não pensa muito nas suas decepções.
Na  segunda parte do livro Liz quer curar todas as suas feridas. Achei interessante o bem que a meditação fez para ela, mas demorei um pouco para ler .Achei essa parte um pouco cansativa.  A parte final do livro é ótima.  Liz conhece a família de Tutti, uma garotinha inteligente e encantadora que está prestes a perder seu lar, faz companhia para o xamã Ketut e conhece o brasileiro Felipe...
Apesar de não ter me encantado muito com a segunda parte do livro, gostei muito do livro no geral. Se você procura uma historia de amor, contada com inteligência e humor, você vai adorar esse livro.    


6 comentários:

  1. Ainda não tive oportunidade de ler o livro, mas vi o filme e achei mt interessante. Estou com o ebook no meu celular para ler, mas tenho uns livros na frente dele, sou meio chata e sempre coloco uma ordem, rsrs

    parece ser um livro maravilhoso, e adorei sua resenha, fiquei com mais vontade ainda de ler.

    beijos

    leituracomcappuccino.blogspot.com

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  2. Tenho duas amigas que estão lendo e adorando...gostei do que vc escreveu..beijinhos

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  3. Uau, eu não consegui passar da página 100 =/
    Achei muito entediante o livro..
    Mas amei a tua resenha, ela me deu vontade de voltar a ler o livro, rsrs


    Beijos,
    http://naminhaestanteliivros.blogspot.com/

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    1. Tem algumas partes que eu achei bem entediantes também, mas gostei do livro como um todo. :D

      Beijo

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  4. Primeiro, parabéns pelo blog.

    Olha, gostei do livro e das nuances da autora. Afinal, nós estamos sempre hesitando e a apostando em algo. Não é um dos meus preferidos, mas vale a leitura.
    Quanto ao filme, achei que teve um ar meio blasé em diversas partes...

    Quando tiver um tempinho, visite meu blog : http://folheandopensamentos.blogspot.com/

    Abraços

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    1. Obrigada!
      Concordo com você.

      Visitarei o blog sim :]

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