INÍCIO SOBRE PARCEIROS RESENHAS ENTREVISTAS CONTATO

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Entrevista com a autora: Fabiane Ribeiro

Boa tarde leitores! Hoje temos uma entrevista com a autora Fabiane Ribeiro, que já está para lançar o seu terceiro livro "A gente ama, a gente sonha". Ela é uma fofa e eu adorei saber um pouco mais sobre ela. Espero que vocês gostem.
@fabiribeirovet


Você sempre quis ser escritora?
Eu sempre amei ler escrever, mas confesso que nunca sonhei em ser escritora. Eu estava no quarto ano de faculdade de Medicina Veterinária, quando fiquei doente e parei os estudos por um tempinho. Nessa época, em meio a momentos difíceis, escrevi dois livros. Um deles é o romance “Xadrez”, minha primeira obra publicada. Desde então, a literatura passou a fazer parte da minha vida e dos meus sonhos.

Quais foram as suas inspirações literárias?
Admiro muitos autores, mas um que realmente amo é o Khaled Hosseini, o considero uma grande inspiração. Ele foi genial em “O Caçador de Pipas”, mas me conquistou ainda mais com “A Cidade do Sol”. Também adoro Carlos Zafón e, como sou fã de suspenses leves, meu grande ídolo desse gênero é Harlan Coben. Em termos de Brasil, gosto muito de ler Machado (claro) e também Fernando Sabino. E, por fim, não poderia deixar de citar a obra que influenciou não só a mim, como a minha geração, Harry Potter!

Quanto tempo você demorou para escrever “Corações em fase terminal”?
Uma semana. Ele foi, na verdade, um desafio que lancei a mim mesma. Havia levado sete meses para escrever o “Xadrez”, portanto, me desafiei a escrever um livro em uma semana e lançá-lo; assim surgiu o “Corações em Fase Terminal”.

Como surgiu a ideia de criar a Cidade dos Corações?
Eu tenho muita dificuldade pra determinar quando e como surge alguma ideia. Tudo vai surgindo aos poucos em minha mente e eu vou anotando, até o dia em que percebo que tenho material suficiente para um livro. Eu apenas começo a escrever um livro quando tenho seu esboço completo, principalmente o final pronto em minha cabeça. É um processo trabalhoso, mas gosto de ter tudo anotado, justamente para não correr o risco de ficar sem ideias durante a escrita. Portanto, a cidade foi surgindo aos pouquinhos, assim como tudo mais.

Qual a maior dificuldade que você enfrentou para publicar seus livros?
Encontrar uma editora comercial, que tivesse interesse em “bancar” a edição do “Xadrez” foi bem difícil. Sou muito ansiosa e esperei por um ano até receber meu “sim”, então foi complicado o processo de espera. Entretanto, agora também está sendo um desafio. Estou com duas obras publicadas, batalhando a cada dia para conquistar leitores e fazer meu nome ficar conhecido. Creio que esta etapa que estou vivendo seja a mais desafiadora.

Você tem alguma dica para os futuros escritores?
Se você realmente quer se tornar escritor, é importante ter organização. A diferença do escritor profissional e do amador, é que o profissional deve manter um ritmo de escrita, organizar suas tarefas e cumpri-las. Você é o chefe de si mesmo, então, organizar-se e cumprir metas é fundamental. Outra dica: escreva apenas sua verdade. Mesmo que seu gênero não esteja “na moda”, há leitores para todos os tipos de livros e, com certeza, você encontrará seu público. E, por fim, tenha consciência de que o mercado é competitivo e, inclusive, injusto para autores nacionais (ainda mais se são iniciantes), mas com o tempo e com as escolhas certas, a batalha vai se tornando cada vez mais prazerosa e o retorno faz valer a pena cada sacrifício.

De onde veio a inspiração para escrever o seu terceiro livro “A gente ama, a gente sonha” ?
A inspiração é sempre a vida! A minha inspiração vem de tudo ao meu redor, tudo o que já vivi, e tudo o que estava vivendo no momento em que escrevi o livro.

Deixe um recado para os leitores.
Agradeço a oportunidade e o espaço para divulgar meu trabalho no blog. E quero dizer para todos os leitores: vivam seus sonhos e não deixem nunca de acreditar que a vida nos reserva boas surpresas!

E, citando meu próprio livro, “Xadrez”: “Não há idade para sonhar e, muito menos, para buscar sonhos antigos. Os sonhos nunca morrem”. (pág. 368)

2 comentários:

  1. É muito legal ler entrevistas com os escritores...assim passamos a conhecê-los um pouquinho mais...bjs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com certeza Marli. É muito bom! :]

      Beijos

      Excluir