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sábado, 30 de novembro de 2013

Divulgação: Terras Metálicas

Quando o autor entrou em contato comigo, fiquei bem curiosa para ler Terras Metálicas. Afinal, o livro foge bastante dos temas que tenho lido ultimamente e promete ser uma aventura cheia de ação. Comecei a ler essa semana, e já adianto que os personagens são cativantes. Eu quero um Tashi pra mim, como faz? haha

Vocês já conhecem a história?

A Última Guerra lavou a atmosfera com uma massa nuclear, tornando-a incapaz de sustentar a vida. Para continuar sobrevivendo, a humanidade precisou se adaptar, isolando-se numa atmosfera artificial: a Esfera, local onde tem se mantido com o passar das gerações. A utopia da sociedade reinou desde então, com a paz sendo mantida com mão de ferro pela Elite. Mas essa paz pode acabar… Raquel é uma recém-formada em primeiro nível na Academia, que passa seu tempo livre entre Saturno – o parque temático da Esfera – e divagações sobre seu sonho de voar. Ao iniciar uma nova etapa de vida, ela vai encarar a cerimônia de implante que pode tornar esse sonho realidade, se a habilidade dos Túneis lhe for conferida. Mas essa nova etapa também vai levá-la por caminhos perigosos… Raquel descobrirá que o IA, responsável por todos os sistemas de sobrevivência da Esfera, está com os dias contados. Como manter a sanidade sabendo que a vida tal qual você conhece está para acabar? Raquel ainda não tem essa resposta, mas vai precisar encontrá-la. E para isso ela precisará, mais do que nunca, da ajuda de seus amigos… Tashi, Tales, Ângelo, Camila, Liceu, Isabela e Nirvana lhe darão sustentação quando tudo o mais na utópica Esfera estiver ruindo.
 Agradeço ao autor pela parceria e pela confiança no blog. Em breve eu trago a resenha do livro.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Tirinhas: Lina, a adolescente

Hey! Você já conhecem a página Lina, a adolescente lá no facebook? Eu adoro a página, que tem váaarias tinhas ótimas. Vale a pena conferir! 
Eu já tinha escolhido a tirinha de hoje mas, como amanheceu chovendo aqui e o dia tá com cara de preguiça, resolvi postar também uma que foi feita para dias como esse. Ela praticamente define como estou me sentido! haha Espero que vocês gostem.


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Beijos!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O Dom


Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.
“O Dom” é continuação de “Bruxos e Bruxas”. A resenha cita alguns fatos relevantes do primeiro livro.

Pois bem, finalmente saiu a continuação de Bruxos e Bruxas. Quem leu a resenha do primeiro livro sabe que, apesar de ter achado alguns pontos mal explorados, eu estava curiosa para ler “O Dom”. Minha conclusão? Vou dar mais uma chance a série e torcer para que o próximo livro traga uma reviravolta na história.

Whit e Wisty ainda estão fugindo da Nova Ordem, seus pais continuam desaparecidos e o Único ainda é o mandachuva. Basicamente é isso. Patterson começa o livro dando um baita susto, que dura apenas algumas páginas. Depois disso, infelizmente, o livro foi um reflexo de seu antecessor. Aquela sensação de “isso já aconteceu!” assombra grande parte do livro.
“É por isso que assustamos tanto a N.O., não é? É isso que temos e eles não têm. Nós temos esse dom.” Página 78 
O livro traz sim algumas coisas novas, mas não são muito exploradas. Byron ganha destaque fazendo papel de agente duplo e aparecendo sempre para dar uma agitada nas coisas. O Único continua insuportável como sempre, mas revela o porquê do seu interesse em manter os irmãos vivos. Acontece um show de rock (!!) onde Wisty prova que além do Dom, possuí talento musical. E tem também a Sra. Highsmith, que aparece e some  na história. Juro que fiquei sem entender suas ultimas falas. 

No mais, os irmãos são presos e fogem e salvam crianças. É verdade que eles conseguem controlar melhor seus poderes, mas parece que eles não evoluíram. É um mais do mesmo disfarçado. 

Quanto aos capítulos, ainda são curtinhos. Sei que isso incomoda muita gente, mas eu gosto do ritmo da leitura. A capa é tão linda e não me lembro de ter encontrado erros. 

Então porque eu vou dar mais uma chance a série? Explico. Como eu disse na primeira resenha, eu gostei do livro. Tudo bem que eu gostaria que a série amadurecesse um pouco, e isso não aconteceu mas, ainda sim, eu quero saber o que acontece. Mesmo com todos esses passos em falso e com uma história rasa, Patterson conseguiu levantar minha curiosidade e isso é o que importa. Eu quero ver no que vai dar.
“Pelo jeito é possível tirar um cara da Nova Ordem, mas não se pode tirar a Nova Ordem de um cara.” Página 60
 *Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

The Magic Art Special Exhibition

Quem ai gosta de ir a exposições interativas? Eu adoro! É uma experiencia incrível poder tocar, participar, se sentir um pouquinho mais perto da obra ou do artista. A exposição chinesa "The Magic Art Special Exhibition", tem exatamente essa proposta: a obra só fica completa com a interação do visitante. Achei a ideia genial. No total foram criadas 83 obras e eu trouxe algumas para vocês conferirem. 








Gostaram da exposição? Eu adoraria ter a oportunidade de conferir de perto! :)

*Todas as imagens foram tiradas do google.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Manuscritos do Mar Morto


A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos de investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção. Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã. Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo. Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México, Manuscritos do Mar Morto é o mais emocionante thriller desde O código Da Vinci.
Confesso que a sinopse desse livro me deixou bem curiosa, tanto que comecei a ler logo que chegou. Afinal, um livro que promete ser tão instigante quanto O Código da Vinci merece atenção, né? Acredito que o problema foi justamente esse, acabei criando expectativas de mais e a leitura não rendeu como eu esperava.

De um lado temos a detetive Kennedy, que está vivendo em guerra com seus companheiros de trabalho. Após uma missão que deu errado ela não aceitou mentir para salvar a sua pele e de seus companheiros e agora sofre as consequências por ter sido honesta. Quando seu chefe lhe pede para reabrir o caso da morte acidental de um professor, ela percebe que muitos erros foram cometidos pelos policiais responsáveis. Agora, totalmente envolvida, ela vai ter que lutar para continuar em busca da verdade.

Por outro lado, somos apresentados a Leo Tillman, um homem que não medirá esforços para descobrir o que aconteceu com sua família. Há treze anos sua mulher e seus três filhos sumiram misteriosamente, deixando apenas um vago bilhete para trás.  Inconformado, Tillman passou todos esses anos atrás da única pista que tem: Michael Brand.

Quando começa investigar a fundo a morte do professor, a detetive Kennedy esbarra em outras mortes estranhas, pesquisas antigas e um nome: Michael Brand. Quem é esse cara que entrou em contato com o professor poucos dias antes de ele morrer? Ao pesquisar sobre ele, Kennedy chama a atenção de Tillman, que a convida para trabalharem em parceria.
“_ Caso de assassinato, pai – ela disse em tom indiferente.- Múltiplo. Múltiplo e depois mais dois. Quatro civis e um policial mortos.” Página 181
 Apesar de não conseguir ver nenhuma ligação entre a morte do professor e o sumiço de uma mulher com seus filhos, Kennedy acaba aceitando trabalhar por fora com Tillman, afinal sua permanência oficial no caso está ameaçada. Agora, trabalhando juntos, eles tentam descobrir a identidade de Brand e o que ele quer.

Esse é apenas um resuminho da história, que não conta nem metade do que acontece no livro. E acredite, acontecem muitas coisas. Um avião cai misteriosamente no meio do deserto, Kennedy e Tillman são perseguidos várias vezes, uma professora é assassinada na frente de seus alunos, enfim, ação é o que não falta. Porém, o livro também está repleto de partes mais calmas. Tem muita informação sobre os manuscritos do mar morto, sobre Judas e fatos históricos. A história segue toda uma linha de raciocínio, que só se revela no final, mas que me deixou meio perdida em certas partes.

Enfim, não gostei muito do ritmo do livro e consequentemente a leitura não foi das mais prazerosas. Por mim, poderiam existir só as partes cheias de ação. Mas claro, essa é a minha opinião. Acredito que quem seja fã de história e fatos bíblicos vai curtir o livro. Alguém ai já leu? Me contem o que acharam

“Tillman evitara o desespero por 13 anos simplesmente porque tivera uma programação. Havia coisas que precisavam ser feitas, e ele as fazia, cumprindo A, B e C com foco implacável e paciência inesgotável.” Página 393 
*Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.