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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O Dom


Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.
“O Dom” é continuação de “Bruxos e Bruxas”. A resenha cita alguns fatos relevantes do primeiro livro.

Pois bem, finalmente saiu a continuação de Bruxos e Bruxas. Quem leu a resenha do primeiro livro sabe que, apesar de ter achado alguns pontos mal explorados, eu estava curiosa para ler “O Dom”. Minha conclusão? Vou dar mais uma chance a série e torcer para que o próximo livro traga uma reviravolta na história.

Whit e Wisty ainda estão fugindo da Nova Ordem, seus pais continuam desaparecidos e o Único ainda é o mandachuva. Basicamente é isso. Patterson começa o livro dando um baita susto, que dura apenas algumas páginas. Depois disso, infelizmente, o livro foi um reflexo de seu antecessor. Aquela sensação de “isso já aconteceu!” assombra grande parte do livro.
“É por isso que assustamos tanto a N.O., não é? É isso que temos e eles não têm. Nós temos esse dom.” Página 78 
O livro traz sim algumas coisas novas, mas não são muito exploradas. Byron ganha destaque fazendo papel de agente duplo e aparecendo sempre para dar uma agitada nas coisas. O Único continua insuportável como sempre, mas revela o porquê do seu interesse em manter os irmãos vivos. Acontece um show de rock (!!) onde Wisty prova que além do Dom, possuí talento musical. E tem também a Sra. Highsmith, que aparece e some  na história. Juro que fiquei sem entender suas ultimas falas. 

No mais, os irmãos são presos e fogem e salvam crianças. É verdade que eles conseguem controlar melhor seus poderes, mas parece que eles não evoluíram. É um mais do mesmo disfarçado. 

Quanto aos capítulos, ainda são curtinhos. Sei que isso incomoda muita gente, mas eu gosto do ritmo da leitura. A capa é tão linda e não me lembro de ter encontrado erros. 

Então porque eu vou dar mais uma chance a série? Explico. Como eu disse na primeira resenha, eu gostei do livro. Tudo bem que eu gostaria que a série amadurecesse um pouco, e isso não aconteceu mas, ainda sim, eu quero saber o que acontece. Mesmo com todos esses passos em falso e com uma história rasa, Patterson conseguiu levantar minha curiosidade e isso é o que importa. Eu quero ver no que vai dar.
“Pelo jeito é possível tirar um cara da Nova Ordem, mas não se pode tirar a Nova Ordem de um cara.” Página 60
 *Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Um comentário:

  1. Oi Oi.
    Fiquei curiosa em relação ao livro e a resenha. Porém ainda não li o primeiro e pretendo ler, então fiquei com receio de ler a resenha e a sinopse e descobrir alguma coisa do primeiro livro.

    Beijos da Lua!
    www.tyciahadiresenhas.blogspot.com

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